15 de abril de 2010

Quai d'Orsay, 4 assuntos, 8 declarações oficiais

Para efeitos de ilustração pública e melhor compreensão do laxismo das Necessidades, seguem-se os assuntos tratados pelo porta-voz do Quai d'Orsay
Assuntos de hoje (15):
  1. VISITE OFFICIELLE DE CHEIKH NASSER MOHAMMED AL AHMED AL-SABAH, PREMIER MINISTRE KOWEITIEN A PARIS (16 AVRIL)
  2. SYRIE / HEZBOLLAH
  3. FRANCE / ALLEMAGNE
  4. OMAR BEN LADEN
Oito declarações oficiais produzidas ontem, distribuidas hoje (15) :

  1. DECLARATION DE BERNARD KOUCHNER / CHINE / SEISME AU QINGHAI
  2. BERNARD KOUCHNER PRESIDERA AU MINISTERE DES AFFAIRES ETRANGERES ET EUROPEENNES UNE CEREMONIE D'HOMMAGE AUX VICTIMES POLONAISES DE L'ACCIDENT AERIEN DU 10 AVRIL
  3. 8E REUNION DES MINISTRES DES AFFAIRES ETRANGERES DU "5+5" (TUNIS, 1516 AVRIL)
  4. ENTRETIEN DE PIERRE LELLOUCHE AVEC GUNTHER KRICHBAUM, PRESIDENT DE LA COMMISSION DES AFFAIRES EUROPEENNES DU BUNDESTAG (PARIS, 15 AVRIL)
  5. AIDE PUBLIQUE AU DEVELOPPEMENT : L'EFFORT FRANCAIS EN 2009
  6. HOMOPHOBIE
  7. KIRGHIZSTAN
  8. FRANCE / KOWEIT

Isto jamais seria possível nas Necessidades

Para que conste
Ontem (14), por entre as declarações oficiais no Quai d'Orsay:
(Comment la France, qui avait été à l'origine d'une déclaration historique votée à l'ONU en 2008 pour la dépénalisation universelle de l'homosexualité, réagit-elle à la déclaration du cardinal Tarcisio Bertone faisant un lien entre homosexualité et pédophilie?)

- Il s'agit d'un amalgame inacceptable que nous condamnons. La France rappelle son engagement résolu dans la lutte contre les discriminations et les préjugés liés à l'orientation sexuelle et l'identité de genre. Cet engagement s'est notamment traduit par la présentation d'un texte à l'AGNU en 2008, l'organisation d'un congrès mondial en 2009 ainsi que par la création récente d'un Fonds de soutien destiné à financer les projets en faveur de la lutte contre les violations des droits de l'Homme fondées sur l'orientation sexuelle et l'identité de genre. La Journée internationale de lutte contre l'homophobie et la transphobie le 17 mai prochain sera l'occasion de rappeler la nécessité de lutter contre les préjugés et les violations des droits de l'Homme liées à l'orientation sexuelle.

14 de abril de 2010

O "sim, mas; não, todavia" " brasileiro

Para que conste.
Posição do Brasil levada à cimeira sobre Segurança Nuclear, em Washington, segundo a nota do Ministério das Relações Exteriores e que se transcreve na íntegra:.

A segurança nuclear é um aspecto essencial do uso da energia nuclear para fins pacíficos, particularmente no atual contexto em que se espera aumento expressivo da geração de energia nuclear em todo o mundo.

Juntamente com a proteção física do material e das instalações nucleares e com as garantias adequadas quanto ao uso exclusivamente pacífico da tecnologia nuclear, a segurança é fundamental para a criação de um ambiente favorável ao desenvolvimento das aplicações da energia nuclear em benefício da humanidade.

Desde o advento das aplicações pacíficas do átomo, a segurança nuclear tem sido fundamental para se assegurar o pleno aproveitamento dos benefícios gerados pela tecnologia nuclear.

Hoje, enfrentamos novos desafios nessa área, em particular o risco de que agentes não-estatais, em particular grupos terroristas, tenham acesso a materiais ou armamentos nucleares para propósitos ilícitos.

O Brasil está comprometido com ações nacionais e internacionais para combater o terrorismo nuclear. Qualquer ato terrorista, praticado sob qualquer pretexto, é condenado de forma veemente pelo Brasil. O repúdio ao terrorismo é um dos dez princípios constitucionais que regem nossas relações internacionais. É importante, por outro lado, evitar que a preocupação legítima com o terrorismo nuclear prejudique o direito de acesso, uso e desenvolvimento da energia nuclear para fins pacíficos.

O modo mais eficaz de se reduzir os riscos de que agentes não-estatais utilizem explosivos nucleares é a eliminação total e irreversível de todos os arsenais nucleares. É essencial que as armas nucleares, até sua eliminação total, estejam absolutamente seguras. Quanto maior a quantidade de armas nucleares e sua disseminação, maiores as dificuldades e custos associados à sua proteção.

O desarmamento nuclear e a não-proliferação constituem componentes essenciais de qualquer estratégia efetiva que vise alcançar os objetivos da segurança nuclear.

O Brasil não abre mão de cobrar de todos os Estados-Parte a observância dos objetivos do Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares (TNP). Esperamos que a Conferência de Exame do TNP, a realizar-se em maio, produza resultados concretos. O sucesso da Conferência somente será possível mediante o tratamento equilibrado dos três pilares do Tratado. A necessidade de se avançar o processo de desarmamento nuclear é a maior prioridade, até porque, somente com o fim das armas nucleares, teremos garantias plenas quanto à não-proliferação.

Outras dimensões devem, no entanto, ser consideradas na seara da segurança nuclear. Em meu País, estamos conscientes disso, especialmente após grave acidente radiológico na cidade de Goiânia, em 1987, envolvendo uma fonte radioativa medicinal (Césio-137).

Desde aquela época, fortalecemos e aprimoramos nossa autoridade nacional regulatória, a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN). A CNEN, hoje, exerce controle estrito sobre as mais de 50 mil fontes radioativas utilizadas para inúmeras atividades pacíficas no Brasil, em áreas como medicina, indústria e pesquisa.

O Brasil possui uma legislação robusta, eficiente e adequada nas áreas de proteção física e prevenção do terrorismo. Estão incorporadas à legislação interna todas as normas relacionadas à proteção física de bens, materiais e equipamentos sensíveis constantes dos acordos e regimes de que somos parte. O Brasil é parte de todas as convenções da AIEA sobre a matéria e de treze acordos multilaterais e regionais sobre combate ao terrorismo.

A segurança nuclear é responsabilidade primária de cada Estado. Trata-se, porém, de uma preocupação coletiva de toda a comunidade internacional. Devemos, pois, trabalhar juntos para assegurar a adoção universal dos mais altos padrões de segurança.

A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) é a única instituição multilateral de escopo universal com competência e experiência no assunto. Apoiamos a atuação da AIEA na elaboração de diretrizes para a proteção física dos materiais; na conscientização das autoridades nacionais quanto à importância do tema; e no treinamento para a implementação das medidas adequadas.

A cooperação internacional é essencial para se alcançar os objetivos abrangentes da segurança nuclear. Iniciativas bilaterais, plurilaterais ou outros esforços, ainda que relevantes, não podem sobrepor-se ao papel central e primário de organizações multilaterais pertinentes, como a AIEA.

Considerações relacionadas à segurança nuclear não podem, em absoluto, servir como pretexto para dificultar o acesso à tecnologia nuclear para fins pacíficos.

O Brasil tem fornecido à comunidade internacional todas as garantias de que suas atividades nucleares destinam-se exclusivamente a fins pacíficos. Essas garantias têm sido dadas no plano bilateral, por meio de acordo com a Argentina; no plano regional, por meio do Tratado de Tlatelolco; e no plano multilateral, por meio do Acordo Quadripartite (Argentina, Brasil, ABACC e AIEA).

O Brasil aplica controles estritos e eficazes sobre transferências de bens sensíveis de uso na área nuclear. Nossa legislação incorporou todas as Diretrizes do Grupo de Supridores Nucleares.

Apoiamos a iniciativa do Presidente Obama de convocar esta Cúpula de Segurança Nuclear. Estamos dispostos a seguir cooperando com nossos parceiros e com instituições multilaterais nessa empreitada.

O tratamento adequado das preocupações relacionadas à segurança nuclear e, em contexto mais amplo, das questões relativas à paz e à segurança internacionais envolve a necessária reforma das instâncias decisórias máximas sobre tais temas, em especial o Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Não podemos falar em segurança nuclear sem pensar em que tipo de governança global administra a segurança internacional no mundo de hoje. Nas áreas comercial, financeira e de mudança do clima vemos progressos, com o estabelecimento de arranjos mais representativos para lidar com os desafios do mundo atual. Mas na área de segurança internacional isso ainda não vem ocorrendo. Persistem as estruturas e as regras de 1945.

A ONU vem perdendo credibilidade. Ao não contar com um Conselho de Segurança mais representativo e com maior legitimidade – e cada vez mais descompassado com a realidade atual -, as Nações Unidas perdem espaço na governança da segurança internacional. Isso não interessa a ninguém.

O compromisso do Brasil com a segurança nuclear e com o combate ao terrorismo nuclear é inabalável. Reiteramos nosso apoio ao cumprimento do Comunicado Conjunto e do Plano de Ação a serem adotados nesta Cúpula. O Brasil está pronto a cooperar ativamente para um mundo mais seguro, em que – paralelamente à eliminação de todos os arsenais nucleares - os materiais físseis e as instalações nucleares estejam protegidos.

1. Acordos Internacionais de que o Brasil é parte:
§ O Brasil é parte do Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares (TNP) e do Tratado de Proibição das Armas Nucleares na América Latina e no Caribe (Tlatelolco).
§ O Brasil é parte das 13 convenções internacionais sobre terrorismo: (i) Convenção Relativa às Infrações e a Certos Outros Atos Cometidos a Bordo de Aeronaves; (ii) Convenção para a Repressão ao Apoderamento Ilícito de Aeronaves; (iii) Convenção para Prevenir e Punir os Atos de Terrorismo Configurados em Delitos Contra as Pessoas e a Extorsão Conexa, Quando Tiverem eles Transcendência Internacional; (iv) Convenção para a Repressão de Atos Ilícitos Contra a Segurança da Aviação Civil; (v) Convenção sobre a Prevenção e Punição de Crimes Contra Pessoas que Gozam de Proteção Internacional, Inclusive os Agentes Diplomáticos; (vi) Convenção Internacional contra a Tomada de Reféns; (vii) Protocolo para a Repressão de Atos Ilícitos de Violência em Aeroportos que Prestem Serviço à Aviação Civil Internacional; (viii) Convenção para a Marcação de Explosivos Plásticos para Fins de Detecção; (ix) Convenção Interamericana Contra a Fabricação e o Tráfico Ilícito de Armas de Fogo, Munições, Explosivos e Outros Materiais Correlatos; (x) Convenção Internacional sobre a Supressão de Atentados Terroristas com Bombas (com reserva ao parágrafo 1 do art. 20); (xi) Convenção Internacional para a Supressão do Financiamento do Terrorismo; (xii) Convenção Interamericana contra o Terrorismo; e (xiii) Convenção Internacional para a Supressão de Atos de Terrorismo Nuclear.
§ O Brasil é também parte das convenções da AIEA relativas à proteção física do material nuclear: (i) Convenção Sobre a Proteção Física do Material Nuclear; (ii) Convenção sobre Pronta Notificação de Acidente Nuclear; (iii) Convenção sobre Assistência no Caso de Acidente Nuclear ou Emergência Radiológica; (iv) Convenção de Segurança Nuclear; e (v) Convenção Conjunta para o Gerenciamento Seguro de Combustível Nuclear Usado e dos Rejeitos Radioativos.
§ Além disso, o Brasil segue as recomendações estabelecidas pelo Código de Conduta da AIEA em relação ao tema.
2. O Brasil e a Argentina são parte de arranjo bilateral na área de controle e contabilidade de materiais nuclear, o Sistema de Contabilidade e Controle Comum (SCCC), implementado pela Agência Brasileiro-Argentina de Contabilidade e Controle.
3. Os dois países, a ABACC e a AIEA são parte do Acordo Quadripartite para Aplicação de Salvaguardas, de 13 de dezembro de 1991, que define as salvaguardas implementadas aos a todos os materiais e em todas as atividades nucleares levadas a cabo no Brasil e concorre para assegurar o caráter exclusivamente pacíficos do Programa Nuclear Brasileiro.
4. Os países do MERCOSUL, Bolívia e Chile se comprometeram politicamente com a Declaração de Ushuaia, de 1998, que declara a região zona de paz e cooperação, livre de armas de destruição em massa.


2. Legislação Nacional
§ A Constituição Federal determina o uso da tecnologia nuclear no País exclusivamente para fins pacíficos.
§ A Lei nº 4118, de 27 de agosto de 1962, criou a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) e estabeleceu as atividades nucleares em território nacional como monopólio do Estado. Define como crime contra a segurança nacional a transferência clandestina de materiais nucleares e proíbe a posse ou transferência de materiais nucleares sem autorização da CNEN.
§ A Comissão estabeleceu, em 2004, Grupo de Proteção Física (GPF), para centralizar todos os esforços do Governo brasileiro para a proteção física dos materiais, equipamentos e tecnologias nucleares sob jurisdição nacional.
§ O Governo brasileiro criou, em 1980, o Sistema de Proteção do Programa Nuclear Brasileiro (SIPRON), com vistas ao planejamento integrado, ações coordenadas e implementação contínua de procedimentos com vistas a responder a necessidades de segurança relacionadas às atividades nucleares brasileiras.
§ As diretrizes nacionais para exportação de bens sensíveis impõem procedimentos para a exportação, pelo Brasil, de quaisquer equipamentos, materiais ou tecnologias identificadas pela Lista de Equipamentos, Materiais e Tecnologias de Uso na Área Nuclear ou pela Lista de Equipamentos, Materiais e Tecnologias Relacionadas de Uso Dual, baseadas nas Diretrizes do Grupo de Supridores Nucleares (NSG), de que o Brasil é membro desde 1996. A Coordenação-Geral de Bens Sensíveis (CGBE) do Ministério da Ciência e Tecnologia é o órgão responsável pelo controle de exportações de bens sensíveis.
§ A Lei nº 6453, de 17 de outubro de 1977, estabelece a responsabilidade civil por danos nucleares e responsabilidade penal por atos relacionados a atividades nucleares.
§ Na área de transporte de bens sensíveis, compete ao Ministério dos Transportes definir regras e procedimentos aplicáveis em território nacional. A Regulação nº 204, de 20 de maio de 1997, atualizada pela Resolução nº 420/2004, de 12 de fevereiro de 2004, contém as “Instruções Complementares a Regulações para Transporte Rodoviário e Ferroviário de Produtos Perigosos.

Quai d'Orsay

Para efeitos de ilustração pública e melhor compreensão do laxismo das Necessidades, seguem-se os assuntos tratados hoje pelo porta-voz Quai d'Orsay:

  1. FRANCE - ITALIE / BALKANS
  2. VISITE EN FRANCE DE SHIMON PERES (13-16 AVRIL)
  3. SOUDAN / DISPARITION DE QUATRE CASQUES BLEUS AU DARFOUR
  4. REPUBLIQUE DEMOCRATIQUE DU CONGO / ENLEVEMENT DE HUIT AGENTS DU CICR
  5. UNION POUR LA MEDITERRANEE : CONFERENCE SUR L'EAU A BARCELONE (13 AVRIL)
  6. REUNION DE LA CONVENTION CLIMAT DE BONN (9-11 AVRIL)
  7. FRANCE / KOWEIT
  8. POLOGNE
  9. LIBAN
  10. AFGHANISTAN / OTAGES
  11. RUSSIE/IRAN
  12. UKRAINE
  13. FRANCE / TUNISIE

12 de abril de 2010

Quai d'Orsay

Para efeitos de ilustração pública e melhor compreensão do laxismo das Necessidades, seguem-se os assuntos tratados hoje pelo porta-voz Quai d'Orsay:
  1. - THAILANDE / AFFRONTEMENTS A BANGKOK
  2. - DEPLACEMENT EN RUSSIE DE FRANÇOIS ZIMERAY, AMBASSADEUR POUR LES DROITS DE L'HOMME (13-16 AVRIL)
  3. - CREATION D'UN CONSEIL SUD-AMERICAIN DE LUTTE CONTRE LE TRAFIC DE DROGUE
  4. - AFGHANISTAN
  5. - PROCHE-ORIENT
  6. - POLOGNE

9 de abril de 2010

Assuntos do Quai d'Orsay

Para efeitos de ilustração pública e melhor compreensão do laxismo das Necessidades, a partir de hoje passamos a reproduzir em Notas Formais os assuntos expostos, a cada dia que passa, pelo porta-voz do tratados pelo Quai d'Orsay. Hoje, por exemplo, foram estes cinco assuntos:
  1. SIGNATURE DE L'ACCORD "NOUVEAU START" : DECLARATION DE BERNARD KOUCHNER
  2. 70ème ANNIVERSAIRE DU MASSACRE DE KATYN
  3. KIRGHIZSTAN
  4. TURQUIE
  5. MADAGASCAR

7 de dezembro de 2009

Mensagem de Cavaco Silva a Medvedev

Para que conste

Com data de 5, Cavaco Silva enviou
ao presidente da Rússia, Dmitri Medvedev,
a seguinte mensagem:


"
Foi com profundo choque e consternação que tomei conhecimento do trágico acidente ocorrido em Perm, na noite de ontem.

Nesta hora difícil para o Povo russo, quero apresentar a Vossa Excelência, em nome do Povo português e no meu próprio, os nossos sentimentos de grande pesar, pedindo-lhe, ainda, Senhor Presidente, que transmita as nossas sentidas condolências e a expressão da nossa solidariedade, às famílias das vítimas.

Aníbal Cavaco Silva

2 de dezembro de 2009

Rui Tereno recebido em Belém


Cavaco Silva recebeu o novo embaixador em Dacar, Rui Tereno, que recentemente apresentou cartas credenciais na capital senegalesa.

1 de dezembro de 2009

5 considerandos e 33 convicções ibero-americanas




Pode parecer um pastelão, mas é
o que a XIX Ibero-Americana deu.
Segue na íntegra e sem ilustrações
para não haver segundos sentido.

Para que conste

Conscientes, Reafirmando
Destacando, ainda Reafirmando
e Levando

Nós, as Chefes e os Chefes de Estado e de Governo dos países ibero-americanos, reunidos no Estoril, em Portugal, nos dias 30 de Novembro e 1 de Dezembro de 2009 em torno do tema “Inovação e Conhecimento”,

Conscientes que estamos de que a Inovação e o Conhecimento são instrumentos fundamentais para erradicar a pobreza, combater a fome e melhorar a saúde das nossas populações, bem como para alcançar um desenvolvimento regional sustentável, integrado, inclusivo, equitativo e respeitador do meio ambiente, prestando uma particular atenção à situação das economias mais vulneráveis,

Reafirmando o nosso propósito comum de avançar em direção a políticas públicas em matéria de inovação e conhecimento que favoreçam a equidade, a inclusão, a diversidade, a coesão e a justiça social, bem como o pleno respeito pela igualdade de género, e que contribuam para superar as consequências da crise financeira e económica mundial nos nossos países, com o fim último de melhorar a qualidade de vida dos nossos povos,

Destacando a importância da participação universal, democrática e justa no debate e na procura de soluções para essa crise, não originada no espaço ibero-americano, e reconhecendo e encorajando o papel das iniciativas regionais para enfrentá-la,

Reafirmando o nosso compromisso para com os valores, princípios, e acordos que constituem o acervo do espaço ibero-americano,

Levando em consideração os valiosos contributos recebidos das Reuniões Ministeriais Setoriais, dos Fóruns Parlamentar e de Governos Locais e dos Encontros Cívico e Empresarial, e de modo especial o encontro e os seminários voltados para aspetos centrais da temática da inovação e do conhecimento, realizados ao longo do ano em Espanha, Argentina, Brasil, México e Portugal,

ACORDAMOS

  1. Dar prioridade à inovação no quadro das estratégias nacionais de desenvolvimento dos nossos países, mediante a formulação e implementação de políticas públicas de médio e longo prazo, sejam de natureza fiscal, financeira ou de crédito, dirigidas aos agentes da inovação e do conhecimento (empresas, principalmente as pequenas e médias empresas, universidades, centros de I&D, governos, setores sociais) e à população em geral, e promovendo a sua interação, estimulando, consequentemente a implementação gradual de uma cultura de inovação.
  2. Fortalecer as instituições nacionais de inovação e promover a cooperação solidária entre os Governos ibero-americanos, aproveitando as suas múltiplas sinergias e complementaridades e respeitando as especificidades nacionais.
  3. Promover a criação de um novo e ambicioso programa, cuja definição estará a cargo de um grupo de trabalho de responsáveis governamentais de cada país, coordenado pela SEGIB. Este deverá ser um programa para a investigação aplicada e inovação tecnológica, inclusivo e aberto a todos os países, complementar dos programas existentes e estreitamente articulado com esses. O programa visa ainda contribuir para um modelo de apropriação social e económica do conhecimento mais equilibrado no âmbito das sociedades iberoamericanas.
  4. Promover através do Foro de Responsáveis de Educação Superior, Ciência e Inovação a coordenação e a criação de sinergias e interfaces de ação entre os diversos Programas, Iniciativas e Actuações no âmbito da Inovação, da Investigação e da Educação Superior que integram o Espaço Ibero-americano do Conhecimento.
  5. Destacar a importância crucial de fortalecer a oferta e a qualidade laboral dos povos iberoamericanos como condição essencial para a promoção da inovação.
  6. Desenvolver e incentivar estratégias de fomento da inserção laboral, de promoção do empreendimento, e do alargamento das garantias e qualidade laboral, incluindo a utilização das Tecnologias da Informação e Comunicações (TICs) e do teletrabalho para a criação de trabalho digno.
  7. Incentivar o desenvolvimento científico e tecnológico e o esforço público e privado para o incremento do investimento em Investigação e Desenvolvimento, bem como para a formação e fixação de talentos e recursos humanos qualificados em Ciência, Tecnologia e Inovação e apoio à educação em todos os níveis, procurando garantir o funcionamento aberto dos sistemas nacionais de Ciência e Tecnologia, e promover ao mais alto nível a qualidade científica.
  8. Promover e incentivar o investimento nas infraestruturas de comunicações, apoiando o acesso generalizado à Banda Larga, nomeadamente em setores de menores possibilidades e em áreas rurais.
  9. Incentivar estratégias orientadas para universalizar o acesso às TICs e o desenvolvimento de conteúdos digitais, através, entre outros, de programas de alfabetização digital e tecnológica, para garantir a apropriação social do conhecimento.
  10. Desenvolver ou promover programas que garantam a transferência de tecnologias aos países em desenvolvimento, em especial no espaço ibero-americano, tendo como objetivo a solução dos problemas económicos, ambientais e sociais da região.
  11. Estimular o respeito e a recuperação dos conhecimentos ancestrais, tradicionais e locais, nomeadamente dos povos originários ibero-americanos e dos grupos afro-descendentes, e promover sua incorporação nos processos de inovação.
  12. Promover a colaboração internacional em Ciência e Tecnologia e garantir a liberdade académica como fonte essencial de uma cultura democrática e de inovação.
  13. Incentivar uma maior cooperação entre o setor académico nos seus distintos níveis, centros de investigação e empresas públicas e privadas, para criar sinergias e redes de trabalho que promovam a transferência e a absorção dos resultados da investigação à produção, à educação, ao mercado e à sociedade em geral, para que responda de forma mais efetiva às necessidades das comunidades, com claros impactos na melhoria do desempenho dos países ibero-americanos em matéria de inovação e progresso científico e tecnológico.
  14. Incentivar a cooperação coordenada com outras organizações, redes ou programas, regionais ou internacionais, nos domínios da ciência e da tecnologia, da inovação e do ensino superior, com vista ao reforço do papel internacional do espaço ibero-americano do conhecimento. Criar condições propícias para outorgar recursos destinados a fomentar a inovação nas pequenas e médias empresas.
  15. Aprofundar a cooperação ibero-americana em inovação e conhecimento no respeito dos princípios da solidariedade, humanismo e complementaridade, reconhecendo as assimetrias da região assim como as particularidades, necessidades e especificidades dos nossos povos, com especial ênfase naquelas de índole educativa, com o objetivo de garantir que todos os países membros beneficiem da Conferência Ibero-Americana.
  16. Incentivar a implementação, nas Universidades, de estratégias de fomento do empreendedorismo e de valorização da investigação científica e tecnológica, que estejam ao serviço das comunidades e em consonância com a realidade e as necessidades dos nossos povos.
  17. Potencializar a formação de talentos e recursos humanos em inovação científica e tecnológica, procurando atrair mais jovens para as carreiras científicas, de acordo com o referido na Declaração de São Salvador, e promover a cultura, a divulgação e a educação científicas, considerando as características interculturais das respetivas sociedades, incluindo a promoção de iniciativas que permitam a integração de recém-graduados em entidades públicas e privadas e centros de investigação.
  18. Assegurar e promover o acesso e o uso, livre e seguro, das TICs a toda a sociedade, e em particular entre a infância, juventude e pessoas com deficiências, fomentando a inclusão e a igualdade, especialmente de género, geracional e territorial, convertendo o acesso num direito básico e universal.
  19. Destacar o papel essencial do Estado para incentivar e coordenar ações e políticas de inovação no âmbito económico e social.
  20. Realizar os esforços necessários, no espaço ibero-americano, para incorporar elementos de inovação nas políticas públicas, com a finalidade de melhorar a qualidade e a eficiência dos serviços que presta o Estado à sociedade em geral.
  21. Estimular o intercâmbio e a transferência de tecnologias entre empresas e governos dos países da região, de acordo com o conceito de inovação aberta.
  22. Reiterar a importância da inovação, do conhecimento e da transferência de tecnologia para o combate às Alterações Climáticas e, neste contexto, continuar a participar ativa e coordenadamente na 15ª Conferência das Partes da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP 15), que terá lugar em Copenhaga de 7 a 18 de Dezembro de 2009.
  23. Promover e incentivar a utilização de energia produzida com base em fontes renováveis e combater a mudança do clima.
  24. Contribuir, de acordo com o princípio das responsabilidades comuns mas diferenciadas, para um esforço global de redução de emissões de gases de efeito estufa, fundado em metas nacionais quantificadas para os países desenvolvidos e em ações de mitigação nacionalmente apropriadas (NAMAs), de acordo com as condições nacionais dos países em desenvolvimento, sustentadas por um fluxo adequado de financiamento e transferência de tecnologia.
  25. Trabalhar para que a adaptação dos países em desenvolvimento aos efeitos negativos da mudança do clima seja amparada por fluxos financeiros internacionais novos e adicionais, suficientes e previsíveis.
  26. Defender o fortalecimento do apoio financeiro e tecnológico dos países desenvolvidos para os países em desenvolvimento na área de mudança do clima, enfatizando o papel chave que deve cumprir, nesse contexto, pelo financiamento público internacional. Reconhecer, igualmente, o papel complementar que o sector privado poderá desempenhar no apoio às ações de mitigação e das tecnologias limpas.
  27. Valorizar as melhores práticas para responder adequadamente aos desafios colocados pela crise financeira e económica internacional, que foi também tema de debate nesta Cimeira. Apoiar, nesse contexto, o aumento substancial de capital do Banco Interamericano de Desenvolvimento e do Banco Mundial para assegurar que contem com recursos suficientes para cumprir os seus mandatos em matéria de financiamento para o desenvolvimento. Fomentar de forma decidida o processo de aumento substancial de capital do BID de forma a este culminar na próxima Assembleia de Governadores, que deverá ter lugar em Março de 2010, e de forma a que o processo de revisão do Banco Mundial se conclua nas próximas reuniões da Primavera que terão lugar em Abril de 2010, e contribuir para a adopção de medidas de eficiência e racionalização nas práticas das referidas instituições. Neste contexto, expressam a sua determinação de participar e contribuir activamente num processo de transformação profunda e ampla da arquitectura financeira internacional.
  28. Dispor o cumprimento ao acordado nesta Cimeira e solicitar à Secretaria-Geral Ibero- Americana (SEGIB) a dar seguimento aos mandatos emanados do Programa de Ação de Lisboa, que é parte integrante desta Declaração.
  29. Agradecer ao Governo do Paraguai a sua oferta para organizar a XXI Cimeira de Chefes de Estado e de Governo no ano 2011.
  30. 30. Reiterar o nosso reconhecimento ao Governo da Argentina, pela celebração da XX Cimeira Ibero-Americana em 2010, na cidade de Mar del Plata, e ao Governo da Espanha, que acolherá a XXII Cimeira, em Cádis, em 2012.
  31. Agradecer à SEGIB pelo trabalho desenvolvido em 2009, na execução dos mandatos emanados das Cimeiras.
  32. Registar o ingresso na Conferência Ibero-Americana do Reino da Bélgica e da República Italiana como Observadores Associados e, como Observadores Consultivos, da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), do Sistema Económico Latino Americano e das Caraíbas (SELA), da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (FLACSO), à União Latina (UL) e da Organização dos Estados das Caraíbas Oriental (OECO).
  33. Expressar o nosso mais firme agradecimento ao Povo e às Autoridades de Portugal pelo caloroso acolhimento dispensado por ocasião desta XIX Cimeira de Chefes de Estado e de Governo.
    Subscrevemos a presente Declaração, em dois textos originais, nos idiomas português e espanhol, ambos de igual valor, no Estoril, Portugal, no primeiro dia de Dezembro de 2009.

29 de novembro de 2009

Documentário ibero-americano

Alô! Alô!

Ministro aponta. Será aquele?

Minsitro argumenta

Ministro explica

Ministro cisma

Dia Nacional de Timor-Leste

Por ocasião do Dia Nacional de Timor-Leste (ontem, 28), o presidente da República enviou uma mensagem ao presidente timorense, José Ramos Horta.

Publica-se o teor da mensagem, para que conste.

"
Senhor Presidente e Caro Amigo,

Por ocasião das comemorações do Dia Nacional de Timor-Leste, é com uma satisfação muito particular que endereço a Vossa Excelência, em nome do Povo Português e no meu próprio, as mais calorosas felicitações e sinceros votos de prosperidade ao povo irmão de Timor-Leste.

Neste momento tão especial para todos os timorenses e amigos de Timor-Leste, quero reiterar a Vossa Excelência o meu empenho pessoal no aprofundamento permanente das relações de amizade e de cooperação entre os nossos povos irmãos, bem como o desejo, que é partilhado por todos os portugueses, de continuar a contribuir para o futuro de paz, desenvolvimento e progresso a que o povo timorense tem direito.

Permito-me nesta ocasião sublinhar a nossa comum determinação na defesa e promoção do património que partilhamos no quadro da CPLP, na convicção de que tal objectivo corresponde não apenas à vontade dos nossos Povos, mas também porque é este o melhor caminho para a afirmação dos nossos interesses e a prossecução dos nossos objectivos na cena internacional.

Reiterando-lhe as minhas felicitações, peço-lhe que aceite, Senhor Presidente e meu Caro Amigo, os protestos da minha mais alta consideração e estima pessoal.

Aníbal Cavaco Silva

28 de novembro de 2009

Olímpica audiência


É claro que o presidente da República recebeu, em audiência, o Presidente do Comité Olímpico Internacional, Jacques Rogge, que, depois seria recebido pelo primeiro-ministro José Sócrates, e que depois de depois estaria presente na gala do centenário do Comité Olímpico Português, no Palácio Marquês de Pombal, em Oeiras, a tal terra da olímpica política, a que não faltou o ministro Luís Amado, obviamente numa "oportunidade privilegiada de interacção política", expressão que dá para todas as modalidades olímpicas.

24 de novembro de 2009

O Filme dos Coches

Passou à história aquele preconceito de que tudo o que é oficial é mau e cheira a cera. Pelas fotos que o Palácio de Belém está a disponibilizar, nada disso! Ontem, o presidente da República ofereceu um almoço, no Museu Nacional dos Coches, em honra dos presidentes ou chefes de delegações dos Parlamentos Ibero-Americanos, e as fotos dispensam comentários porque seriam elogio em causa oficial.
Não evitamos uma sequência deste Filme dos Coches:









16 de novembro de 2009

Nas Necessidades? Telefonem à Lusa

Assuntos hoje mesmo,tratados abertamente no Quai d'Orsay:

  1. HAITI : NOUVEAU GOUVERNEMENT
  2. SOMMET MONDIAL SUR LA SECURITE ALIMENTAIRE
  3. BIRMANIE
  4. MADAGASCAR
  5. PELERINAGE A LA MECQUE : DISPOSITIF FRANCAIS
  6. PROCHE-ORIENT
  7. IRAN / NUCLEAIRE
  8. GABON
  9. GUINEE
  10. IRAN
  11. SOMMET DE COPENHAGUE

Sem favores. Remete-se com todo o gosto!

Disse o presidente da República,
em mensagem para Semana Global do Empreendedorismo,
a decorrer no Centro de Congressos de Lisboa:


"
Assistimos, em Portugal, a uma vontade crescente de assumir riscos e encetar projectos empresariais próprios, até como forma de autonomia e realização pessoal. Mas estamos ainda longe de ter uma cultura empreendedora plenamente enraizada.

Há, por isso, que despertar essa atitude nos mais jovens, e, mais ainda, dar-lhes formação para que desenvolvam, desde cedo e ao longo da vida, as necessárias competências.

Sem favores e com todo o gosto,
remetemos para a fonte directa que é a melhor das fontes:

14 de novembro de 2009

Portugal custou. Não se esqueça



Portugal também custou. Para que conste.

11 de novembro de 2009

Parlamento. Estrangeiros, Defesa e Europeus

Em actualização
até serem escolhidos todos os membros das comissões


Comissões parlamentares

    Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas (21 membros)
        Presidência – José Ribeiro e Castro (CDS)
        1ª Vice-Presidência – PS
        2ª Vice-Presidência – PSD
          Distribuição de assentos:
          9 - PS
          8 - PSD
          2 - CDS
          1 - BE
          1 - PCP

    Defesa Nacional (21 membros)
        Presidência – José Luís Arnaut (PSD)
        1ª Vice-Presidência – PS
        2ª Vice-Presidência – CDS
          Distribuição de assentos:
          9 - PS
          8 - PSD
          2 - CDS
          1 - BE
          1 - PCP
    Assuntos Europeus (21 membros)
        Presidência – Vitalino Canas (PS)
        1ª Vice-Presidência – PSD
        2ª Vice-Presidência – CDS
          Distribuição de assentos:
          9 - PS
          8 - PSD
          2 - CDS
          1 - BE
          1 - PCP

Em Belém, falou-se de energia e clima



Cavaco Silva recebeu hoje (11), em audiência, o consultor do PNUD para a área da energia e das alterações climáticas, Jorge Moreira da Silva.

9 de novembro de 2009

Cumprimentos de um ocidental



BOM APERTO DE MÃO O Presidente da República recebeu, em audiência, uma delegação da Comissão Organizadora do Global China Meeting, cuja sessão plenária do 5º encontro decorre em Lisboa (terça, 10) . O Global China Business Meeting é considerado o mais importante encontro anual de presidentes de empresas chineses com parceiros internacionais.

Diplomados. Sem omissões, mesmo que sejam acadêmicos


Para que conste, seguem os 14 diplomados com essa gravidade da "Personalidade da Neolatinidade 2009" para a posteridade se rever na humildade do Camões além do limite de idade. A lista tal como chegou com acentos de origem e consoantes mudas cortadas até porque nenhuma falta fazem.

Arquive-se


III Festival Internacional de Culturas, Línguas e Literaturas Neolatinas
24 a 27 de Novembro de 2009
Recife, Brasil

DIPLOMA:
“PERSONALIDADE DA NEOLATINIDADE 2009”


CONTEMPLADOS:
  1. Sr. João Luiz Ferreira- Juca Ferreira, Ministro de Estado da Cultura do Brasil
  2. Sr. Hector Henrique Sotto Castllanos, Ministro do Poder Popular para a Cultura da Venezuela
  3. Dr. Aires Bonifácio Ali, Ministro da Educação e Cultura de Moçambique
  4. Acadêmico Cícero Sandroni, Presidente da Academia Brasileira de Letras (conferencista de abertura)
  5. Embaixador Francisco Seixas da Costa, embaixador de Portugal na França
  6. Dr. Domingos Simões Pereira, Secretário Executivo da CPLP
  7. Dr. Mihai Zamfim, Embaixador da Romênia no Brasil
  8. Embaixador José Luis Dicenta, Secretário-geral da Union Latine – Paris-França
  9. Dra. Simoneta Luz Afonso, Presidente do Instituto Camões
  10. Sra. Silvana Meireles, Secretária de Ações Estratégicas do Ministério da Cultura do Brasil
  11. Dr. Domício Coutinho, Presidente da Fundação Biblioteca Brasileira de Nova Iorque
  12. Embaixador Lauro Moreira, Embaixador do Brasil junto à CPLP
  13. Acadêmico Marcos Vinícios Vilaça, Academia Brasileira de Letras.
  14. Dr. Patrícia Salvação Barreto, diretora Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais(GPEARI) - Ministério da Cultura de Portugal.